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Ou(1) Um boiadeiro de porte franzino, Num hotel granfino sozinho entrou(2) Batendo a poeira do chapéu surrado, com modo educado ao gerente falou(3) Por favor, eu quero um quarto ajeitado, e bem sossegado com muito espaço(4) Amanha bem cedo agente proseia, a viagem foi feia estou um bagaço(1) O gerente disse com jeito selvagem, só dou hospedagem pra gente descente(2) Saia vazado e pegue seu trilho, jamais andarilho será meu cliente(3) Talvez um albergue noturno o aceite, ou então se ajeite em alguma cocheira(4) Porque meu hotel não aceita bagulho, por ser o orgulho da classe hoteleira(1) Para o boiadeiro isso não foi derrota, do cano da bota tirou um papel(2) Dizendo ao gerente é meu comprovante, que não sou andante sou dono do hotel(3) Comprei com o prédio do seu ex-patrão, mas minha paixão é lidar na invernada(4) E todo dinheiro deste investimento, é só o pagamento de uma boiada(1) Na hora o gerente assumiu sua culpa, eu peço desculpa por tudo que fiz(2) Disse o boiadeiro esta dispensado é mal educado e não sabe o que diz(3) Se quiser emprego e agüentar o mato, eu tenho trabalho fora desta área(4) No lugar do burro que puxa a moenda da grande fazenda, do rei da pecuária.