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/******** Abafado ********/No Vale do Pajeú, do sertão pernambucanoNa comarca Vila Bela, mais de cento e tantos anosNasceu um mito da historio, o nosso chão brasileiro Virgulino Lampião era o rei dos cangaceiros À mando de fazendeiros, nas mãos dos policiais Aos cinco anos de idade assassinaram seus pais Fez a justiça no punho, a lei era o seu aço Conhecido Lampião, o grande Rei do CangaçoIntroduçãoCresceu com ódio no peito, não apago da lembrançaA triste cena da morte dos seus pais na sua infânciaDotado de valentia, jurou lhe fazer vingança E aos vinte e poucos anos começaram as matanças Clareou noite no tiro, manchou de sangue o Sertão O povo todo temia a chegada do Lampião Fez a justiça no punho, a lei era o seu aço Conhecido Lampião, o grande Rei do CangaçoIntroduçãoUm guerreiro das catingas, bandido idolatradoMuito bom estrategista, não era capturadoPerseguido e temido, espalhou medo e terror Mas como tudo se acaba, o lampião se apagou Lá na Gruta do Angico fez seu pouso derradeiro No sertão alagoano morre o rei dos cangaceiros Fez a justiça no punho, a lei era o seu aço Conhecido Lampião, o grande Rei do Cangaço