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E|--11-11-12-11-11-7-7/11-11-11-7-7--------------------- B|--12-12-14-12-12-9-9/12-12-12-9-9--------------------- G#|----------------------------------0-0-1-3-1-1--------- E|----------------------------------0-0-2-4-2-2-2-2-2-4- B|----------------------------------------------4-4-4-5-
Triste sorte de um homem coitado, quando é destinado ao rumo do nada Só encontra amarguras na vida, estradas compridas de espinho traçada Pelo mundo eu vaguei sem destino, desprezei a casinha da serra Por amar uma ingrata fingida, perdi a mãe querida e os prazer desta terra Ao sofrer essa cruel traição minha triste intenção era ir pra não voltar Minha pobre velhinha chorava ajoelhada implorava para mim ficar Mas o ódio roubou minha calma com a alma ferida fui embora Fui cumprir meu destino perverso mãezinha hoje peço perdão a senhoraIntrodução Amanhã partirei bem cedinho quando os passarinhos canta na alvorada Triste hora de uma despedida adeus terra querida adeus companheirada Com a lua desta madrugada me despeço em uma serenata Vou cantar uma triste canção pra magoar o coração desta tirana ingrata Como é triste viver sem ninguém, a quem quis tanto bem me trazia enganado Minha velha morreu de desgosto, hoje eu trago em meu rosto teu pranto molhado Essa terra que me viu nascer, que jamais pode ser esquecida Voltarei pra trazer umas flor, ofertar em louvor a mãezinha querida