Vídeo
D|----------------------0-0-0-----0-0-0--| A|----------------------0-0-0-----0-0-0--| F#|----1-------1-------1-0-0-0-1-0-0-0-0--| D|--2-2-2/4-2-2-2/4-2-2-0-0-0-2-0-0-0-0--| A|--4---4/5-4---4/5-4---0-0-0-----0-0-0--| D|--5-5-5-------5-5-5-------5-5-5--| A|--5-5-5-------5-5-5-------5-5-5--| F#|--5-5-5-5h6p5-5-5-5-5h6p5-5-5-5--| D|--5-5-5-5h7p5-5-5-5-5h7p5-5-5-5--| A|--5-5-5-------5-5-5-------5-5-5--| D|-------------------------------------------------| A|----5-5-5-------7-7-7-5-----5-5-5----------------| F#|--5-5-5-5-6-6-6-6-6-6-5-5-5-5-5-5-6-6-6-3-3-3-5---|-- [1] D|--5-------7-7-7---------5-5-------7-7-7-4-4-4-5--| A|-------------------------------------------------| D|------------------------------------------0-0--| A|--2-2-2-0-0-0-----------------------------2-2--| F#|--1-1-1-0-0-0-1-1-1-0-0-0-----------------1-1---|-- [2] D|--------------2-2-2-0-0-0-2-2-2-0-0-0-0-0-0-0--| A|--------------------------3-3-3-2-2-0-0-0-2-2--| D|---------------------------------------------| A|------------------------------------0-0-0-2--| F#|------------------------1-1-1-0-0-0-0-0-0-1---|-- [3] D|--0-0-0-0-0-0-2-2-2-0-0-2-2-2-0-0-0----------| A|--2-2-2-0-0-0-3-3-3-2-2----------------------| D|------------------------------------------5-5-5-------5-5--| A|--2-2-2-0-0-0-----------------------------5-5-5-------5-5--| F#|--1-1-1-0-0-0-1-1-1-0-0-0-----------------5-5-5-5h5p5-5-5---|-- [4] D|--------------2-2-2-0-0-0-2-2-2-0-0-0-0-0-5-5-5-5h7p5-5-5--| A|--------------------------3-3-3-2-2-0-0-0-5-5-5-------5-5--|
VersosO Lyan chega pra cá. Fala Mayck. Vamo mostra pra esse povo como que é o tinido, o choro deste instrumento de dez cordas, no jeitão da madeira. É isso aí Mayck.Introdução(1) Eu sou um caboclo criado no mato sertanejo nato e não nego a raiz(2) Levanto bem cedo e calço a butina luta matutina que o destino quis(3) O sistema é bruto, mas to preparado tenho do meu lado minha flor de liz(4) Eu sou caboclo que tenho a mão grossa do peso da roça, mas eu sou feliz(1) Levanto bem cedo e pego o balaio o milho eu espalho lá no mangueirão(2) Vejo a passarada cantando com gosto vou banhar meu rosto lá no ribeirão(3) De volta pra casa eu tomo um café eu rezo com fé e vou pro roçado(4) Essa é a luta do meu dia-a-dia com muita alegria e Deus do meu lado(1) No ventre da terra semeio a semente espero contente e sem desespero(2) Eu planto em setembro na lua minguante pra colher bastante no fim de janeiro(3) Eu levo a colheita para o terreirão e com muita atenção separo primeiro(4) guardo arroz em casca e feijão na moinha fubá e farinha dá pro ano inteiro(1) Só vou na cidade cada quinze dias mas levo a família sempre do meu lado(2) Vou de preferência na sexta-feira Pra comprar na feira o mais precisado(3) De volta a palhoça depois do jantar nós vamos deitar feliz com o amor(4) Eu sou um caboclo privilegiado e abençoado por nosso senhor