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2ª parte Ele foi levando boi, um dia ele se foi no rasto da boiada A poeira é como o tempo, um véu, uma bandeira, tropa viajada Foram indo lentamente, calmos e serenos, lenta caminhada E sumiram lá na curva, na curva da vida, na curva da estrada E depois dali pra frente, não se tem notícia, não se sabe nada Nada que dissesse algo, de boi, de boiada, de peão de estrada Disse um viajante, história mal contada ... ninguém viu nem rasto, nem homem nem nada2ª parte Isso foi a muito tempo, tempo em que a tropa ainda viajava Com seus fardos e pelêgos, no ranger do arreio, ao romper da aurora Tempo de estrelas cadentes, fogueiras ardentes ao som da viola Dias e meses fluindo, destino seguindo, e a gente indo emboraIsso tudo aconteceu, um fato que se deu, faz parte da história E até hoje em dia quando junta a peãozada, coisas assombradas Verdades juradas, dizem que sumiram, que não existiram, ninguém sabe nada2ª parte + dedilhado: E A F# A E F# B Ele foi levando boi, um dia ele se foi no rasto da boiada A poeira é como o tempo, um véu, uma bandeira, tropa viajada Foram indo lentamente, calmos e serenos, lenta caminhada Dias e meses seguindo, destino fluindo, e a gente indo emboraIsso tudo aconteceu, um fato que se deu, faz parte da história E até hoje em dia quando junta a peãozada, coisas assombradas Verdades juradas, dizem que sumiram, que não existiram, ninguém sabe nada