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E|------12-4/12-12-12-12-12---11/12---7---5-4-2-7--| B|------12-5/14-14-14-14-14---12/14---9---7-5-4-7--| G#|--7h8-12--------------------------------------7--| E|------12--------------------------------------7--| B|--------------------------0-------0---0-------7--| E|--4/11-11-11-11-11-11/12---11-7---5---4--| B|--5/12-12-12-12-12-12/14---12-9---7---5--| G#|-----------------------------------------| E|-----------------------------------------| B|-------------------------0------0---0----|
Viola, minha viola, cavalete de pau pretoMorro com você nos braços de joelho lhe prometo Viola, minha viola, de jacarandá e canelaNa alegria e na tristeza eu vivo abraçado nela Minha viola divina eu ganho a vida com ela. O quando da Santa ceia doze apostolo temMinha viola não e santa, tem doze cordas também, Doze meses tem o ano, doze horas tem o diaDoze horas tem a noite, está noite de alegria; Essa viola divina já me deu o que eu queria. Não aprendi fazer guerra na escola da cantoriaFazer guerra é muito fácil, quero ver fazer poesia Com esta viola divina um pedido vou fazerPara Deus matar a morte, pro cantador não morrer Enquanto existir viola cantador tem que viver. Até no ano dois mil se uma viola só existirGaranto vai ser a minha que não parou de tinir O cantador sem viola na carreira nada temMinha viola é divina das mãos de Deus é que vem, Quem não gosta de viola não gosta de Deus também.