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D|--5-5-0-0-5-5-5-0-0-5-5---|---| A|--5-5-0-0-5-5-5-0-0-5-5---|---| F#|--5-5-0-6-5-5-5-0-6-5-5---|----|-- [Introdução] D|--5-5-0-7-5-5-5-0-7-5-5---|---| A|--5-5-0-0-5-5-5-0-0-5-5---|---| D|------------------------------0- A|--------------5-5-------------0- F#|--5-5-5-5-5-6-5-5-6-5-5-3-5-6-6- [1] D|--5-5-5-5-5-7-----7-5-5-4-5-7-7- A|------------------------------0- D|------------------------------------------5- A|----------------5-5-5-------------5-----5-5- F#|--5-5-5-5-5-5-6-5-5-5-6-5-5-5-5-5-5-6p5-5-5- [2] D|--5-5-5-5-5-5-7-------7-5-5-5-5-5---7p5---5- A|------------------------------------------5- D|------------------------------0-0-0- A|------------------------------0-0-0- F#|--0-0-3-1-1-0-0-0-0-3-1-1-0-0-0-0-0- [3] D|--0-0-4-2-2-0-0-0-0-4-2-2-0-0-0-0-0- A|------------------------------0-0-0- D|------------------------------------------------ A|--7-5-----------7-7-7-7-7/9-9-9-9-----5--------- F#|--6-5-6-5-3-5-6-6-6-6-6-6/8-8-8-8-5-5-5-6-6-5-5- [4] D|------7-5-4-5-7-------------------5-5---7-7-5-5- A|------------------------------------------------
(1) O lugar que eu nasci de tão feio dava medo(2) A nossa casa ficava debaixo de um arvoredo(3) Papai pra ganhar o pão ia pra roça mais cedo(4) Vou contar o que eu me lembrei, com seis anos eu ganhei...o meu primeiro brinquedo.Introdução(1) O meu pai trouxe da venda um caixote de sabão(2) Colocou quatro rodinhas de madeira feito a mão(3) Fez um volante de arco imitando a direção(4) Ficou bonito o carrinho, fiquei falando sozinho com aquele presentão.Introdução(1) Eu soltava ele lá em cima onde a estrada terminava(2) E pelo os trilhos do pasto meu carro desimbestava(3) E eu vinha pilotando as vezes me atrapalhava(4) Desterçando do caminho, o danado do carrinho um outro rumo tomava.Um presente mais bonito por que é que eu não ganhava?Essa história de mamãe que pra mim sempre falava queNas estradas de terra Papai Noel não passava.(1) Mas esse carrinho simples que papai fez de madeira(2) No trilho da minha vida vai rodar a vida inteira(3) Se a gente não for piloto vai rolar na ribanceira(4) Porque o carrinho da vida é feito de dor doida e não é de brincadeira.Introdução