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Casinha abandonada, no fundo do mangueirão Testemunha do passado, do tempo da escravidão Um tronco de aroeira, no terreiro esta fincado Quantos negros inocentes, já pousaram amarrados A chibata do feitor, não parava de estalar Doente com sol e chuva negro ia trabalhar INTRO Hoje tudo esta mudado, nesta fazenda esquecida A senzala ainda existe, dentro da mata escondida O patrão e o feitor, também desapareceram Só ficou triste lembrança, do tempo do cativeiro A chibata do feitor, não parava de estalar Doente com sol e chuva negro ia trabalhar INTRO Os caminhoneiros que passam, a noite na bela estrada No casarão da fazenda, se ouve alma penada É um gemido de dor, implorando salvação É a alma do fazendeiro, carrasco e mal patrão A chibata do feitor, não parava de estalar Doente com sol e chuva negro ia trabalhar