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O coração do matuto é um celeiro, que guarda a dor da saudade Celeiro de recordações que ficaram, longe da grande cidade O tempo cruel e a distância impiedosa Em versos e prosa revelo cantando Da infância tão linda apesar de pobre Pra mim era nobre Deus abençoando A bola de meia, o peão de peroba Catar gabiroba um bornal eu enchia Pelote de barro, queimava um estoque Pra usar no bodoque que eu mesmo faziaIntrodução O coração do matuto é um celeiro, que guarda a dor da saudade Celeiro de recordações que ficaram, longe da grande cidadeRiff 1 E no arrebolde toda a madrugada Apartava a vacada por ser retireiro Dez latões de leite, punha no carrinho Levava sozinho fora do mangueiro E dada a tarefa com os animais Olhava os sinais da chuva esperada No velho trator o arado engatava E o chão preparava na terra tombadaIntrodução O coração do matuto é um celeiro, que guarda a dor da saudade Celeiro de recordações que ficaram, longe da grande cidadeRiff 1 Na grande cidade vivo de salario Por ser operário de pouca instrução Formei a família com dificuldade É esta a verdade de um simples peão Quem vem lá da roça precisa ser forte Se a palavra sorte não vem no estatuto Só a fé em Deus e a grande saudade É a realidade de um simples matuto